Comentário do Autor
Uma ampulheta suspensa, no centro a forma fluída desliza como tempo contido, nem passado, nem futuro. Apenas fluxo contínuo que escapa á gravidade e à ordem. Os blocos afastam-se, como que incapazes de conter aquilo que não se pode prender…O tempo. Silencioso, inevitável, a atravessar a matéria e a reinventar o espaço.– Gustavo Fernandes– Gustavo Fernandes